A produtora Go Up, responsável pela produção do filme *Dark Horse*, impôs a seus trabalhadores contratos que incluem multas de até R$ 1 milhão e obrigações "imprescritíveis e irrevogáveis" de manter sigilo sobre informações da produção. Esses acordos foram revelados após investigações que envolveram o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro.
A Polícia Federal encontrou detalhes sobre os gastos da produção do filme em conversas de WhatsApp entre Vorcaro e um de seus aliados. Esses diálogos foram parte de uma investigação que envolveu o ex-banqueiro e sua ligação com o caso *Dark Horse*. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, afirmou que todos os materiais necessários para o julgamento estão disponíveis, mas que a derrubada do sigilo do celular de Vorcaro poderia comprometer o inquérito.
O caso ganha relevância com a entrada de figuras políticas no processo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre a trajetória de Vorcaro, destacando sua passagem de bandido a banqueiro e, posteriormente, a prisão. Além disso, o ministro Cristiano Zanin solicitou acesso integral aos dados do celular de Vorcaro antes do julgamento sobre Alexandre de Moraes.
O caso *Dark Horse* envolve uma complexa rede de acordos de confidencialidade e investigações que envolvem tanto o mundo do entretenimento quanto a política brasileira. A situação continua em análise, com a possibilidade de novos desenvolvimentos no andamento do processo.





























