A Polícia Federal (PF) intensificou as investigações sobre o caso "Dark Horse", envolvendo políticos e uma produtora de conteúdo. O deputado federal Mario Frias (PL) foi citado em documentos divulgados pela PF, que apontam transferências de R$ 645 mil para a produtora do projeto. A operação, que tem como alvo ações contra figuras políticas, gerou reações de críticas e desconfiança em alguns setores.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante uma entrevista no SBT, defendeu a atuação da PF e mencionou o caso como parte de uma investigação que busca clarificar possíveis envolvimentos. A produtora do "Dark Horse" também se posicionou, acionando o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar ações da PF, afirmando que a reclamação não visa o mérito da investigação, mas a legalidade do processo.
A operação tem sido criticada por alguns políticos, como Mário Frias, que chamou a ação de "cortina de fumaça". A PF, por sua vez, mantém que as investigações são baseadas em documentos e depoimentos que apontam possíveis irregularidades. O caso segue em andamento, com a expectativa de mais revelações sobre o envolvimento de figuras públicas.




























