O Partido dos Trabalhadores (PT) acusou prefeitos de São Paulo e Salvador de violar o direito eleitoral ao reduzir a frota de ônibus no dia do segundo turno das eleições. A medida, segundo o partido, prejudicou o acesso de eleitores a seções eleitorais, especialmente em áreas de baixa renda. A Justiça já determinou a prisão do secretário de Salvador por crime eleitoral, enquanto em São Paulo, o PT acionou o Judiciário para investigar ações similares.
Em São Paulo, o partido alega que apenas 60% da frota de ônibus atuou no domingo, em vez de 100%, o que teria limitado a mobilidade dos eleitores. A Prefeitura de São Paulo afirmou que cumpriu as normas e que adaptou o plano de transporte para atender às demandas. Já em Salvador, a redução do serviço público foi acusada de ser intencional para dificultar o acesso às urnas.
A decisão de prisão do secretário de Salvador foi tomada após pedido do PT, que destacou a redução do transporte como crime eleitoral. Em São Paulo, o partido também buscou ações judiciais contra a gestão municipal. A situação gerou protestos e debates sobre a influência do transporte público nas eleições.
A crise no transporte público durante o segundo turno das eleições ganhou novos desdobramentos, com o PT alegando que gestões municipais agiram de forma ilegal. A Justiça, por sua vez, já iniciou investigações e determinou medidas contra autoridades envolvidas. A situação reflete tensões entre partidos políticos e poderes locais durante períodos eleitorais.
























