A Assembleia Geral da ONU, em Nova York, reuniu líderes mundiais para discutir reformas institucionais e temas geopolíticos. Durante os debates gerais, o secretário-geral António Guterres apresentou propostas de modernização da organização, incluindo maior representatividade e eficiência. Paralelamente, tensões surgiram com a postura de Estados Unidos, que, junto de 14 países da América Latina e Caribe, busca usar o Tratado do Rio contra cartéis regionais.
Enquanto isso, manifestantes venezuelanos protestaram contra a participação da presidente interina Delcy Rodríguez, alegando que ela não representa o povo. A situação foi acompanhada por críticas internacionais, com líderes como Lula e Erdoğan apontando falhas no Conselho de Segurança. Além disso, o presidente francês Emmanuel Macron alertou sobre a necessidade de evitar uma "lei da selva" na governança global.
A ONU também enfrenta desafios internos, com debates sobre a eficácia de suas instituições e a influência de potências mundiais. A Assembleia Geral continua como espaço de diálogo, mesmo diante de desafios políticos e sociais.





















