Lula lidera pesquisa eleitoral no estado da Bahia com 48,96% dos votos, contra 24,97% de Flávio Bolsonaro, segundo levantamento do Instituto França. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre 23 e 26 de setembro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O candidato do PT busca reforçar sua posição na disputa pelo Planalto, enquanto Flávio, candidato do PL, enfrenta acusações de abuso de poder por parte de sua equipe jurídica.

Flávio Bolsonaro apresentou uma petição ao TSE acusando Lula de usar a máquina pública no Ministério da Cultura em benefício de sua campanha. A equipe jurídica do candidato do PL alega que ações ligadas à Cultura foram utilizadas de forma generalizada para promover o nome de Lula. A acusação surge em meio a uma disputa eleitoral acirrada, com ambos os candidatos buscando consolidar apoios em diferentes regiões do país.

A campanha de Lula também enfrenta críticas de pastores que acusam o ex-presidente de promover uma "fake news" para prejudicar o desempenho de Flávio, filho de Bolsonaro. A Cimeb, uma associação de pastores, afirma que Lula e seus apoiadores estão envolvidos em uma estratégia para desestabilizar a campanha do candidato do PL.

Apesar das acusações, Lula afirma que deseja participar de debates para confrontar as ideias de Flávio. O presidente do PT, Edinho, disse que o chefe do Executivo quer um modelo de confronto direto entre os candidatos. A eleição, que ocorre em outubro, promete ser marcada por tensões políticas e disputas eleitorais intensas.