Flávio Bolsonaro lidera a corrida eleitoral no segundo turno em São Paulo, segundo pesquisa divulgada por uma instituição de pesquisa, com 51% contra 39% de Luiz Inácio Lula da Silva. O resultado reflete a polarização crescente entre os candidatos, que se intensificou com a disputa envolvendo a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A campanha de Flávio, que inicialmente evitava debates diretos com Lula, mudou sua estratégia após analisar que o custo de não participar do confronto na Globo superava os riscos de exposição.
A tensão religiosa se agravou com acusações de Lula de que Flávio promove uma "guerra religiosa". Pastores e líderes evangélicos se posicionaram a favor de Flávio, enquanto o presidente do PT defendeu a necessidade de um debate sobre as ideias que cada um representa para o Brasil. A disputa também envolveu ações judiciais, com campanhas petistas obtendo decisões para bloquear publicações falsas contra Flávio, mas o ministro do STF derrubou uma ordem contra o caso de Nossa Senhora Aparecida.
A pesquisa da Quaest revela uma distância entre os dois candidatos entre os católicos, reforçando a divisão ideológica. Bispos da CNBB criticaram a decisão de Flávio de declarar que o Brasil pertence a Jesus, considerando a atitude "perigosa". A campanha eleitoral se torna cada vez mais polarizada, com o impacto da religião e da imagem nacional sendo fatores-chave na disputa.
























