O MDB oficializou o apoio de 17 diretórios a Flávio Bolsonaro, mas 10 diretórios decidiram apoiar Lula da Silva, gerando uma divisão interna no partido. A decisão foi anunciada após uma dissidência de dirigentes do Norte e do Nordeste, que optaram por apoiar Lula horas antes da formalização do apoio majoritário a Flávio.
O movimento foi acompanhado por tensões entre as campanhas de Lula e Flávio, com a divulgação de vídeos e propaganda negativa. O TSE exigiu que Lula remova um vídeo que ligava Flávio a um crime organizado, alegando irregularidade. A campanha de Lula teve 24 horas para remover a peça.
A disputa pelo apoio do MDB reflete a polarização crescente na corrida presidencial. Flávio, candidato do Partido Liberal (PL), anunciou apoio à PEC que acaba com a escala 6x1, enquanto Lula defendeu a redução da jornada laboral. A divergência nas propostas reflete diferentes visões sobre o trabalho e a economia.
O MDB, partido de base, tem sido um dos principais aliados de Flávio, mas a decisão de alguns diretórios apoiar Lula mostra a fragmentação do partido. A corrida presidencial no Brasil está em um momento crítico, com a disputa por alianças e apoios decisivos. A decisão do MDB pode influenciar o resultado eleitoral e a formação do próximo governo.

























