O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) acusou a deputada estadual Índia Armelau, do PL, de ter incentivado empregadores a demitirem funcionários por motivos políticos. A ação civil pública foi protocolada nesta terça-feira (27), com pedido de indenização de R$ 500 mil. O MPT-RJ afirma que a deputada teria promovido demissões em empresas para pressionar o governo e influenciar o resultado eleitoral.
Paralelamente, o senador Flávio Bolsonaro, também do PL, foi acusado de ter negociado com o presidente do Flamengo a derrubada de uma medida provisória que proibia as apostas esportivas no Brasil. A negociação teria sido iniciada por telefone, segundo informações da Folha. O presidente do Flamengo, que apoiou Bolsonaro nas eleições, teria sido contactado para influenciar a política nacional.
A campanha de Bolsonaro contou com o apoio de diversos parlamentares de diferentes partidos, incluindo deputados e senadores que se opunham ao candidato Lula da Silva. O ex-presidente Michel Temer também apoiou Bolsonaro e pediu que Lula promovesse uma "grande conversação nacional" para pacificar o país.
O governo argentino, liderado por Javier Milei, não pretende comentar a vitória de Lula, segundo seu porta-voz. A Argentina, que também não parabenizou Lula, apenas "tomou nota" do resultado eleitoral.
A eleição brasileira de 2026 foi marcada por tensões políticas e acusações de influência ilegal. A situação levanta questões sobre a integridade do processo eleitoral e a influência de figuras políticas em decisões estratégicas.
























