Durante um ato de campanha em Joinville, Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, criticou publicamente o reajuste de 15,04% no Bolsa Família, anunciado pelo governo Lula. Ele afirmou que a medida seria uma forma de "comprar voto dos pobres", uma acusação que já havia sido feita anteriormente. O candidato também criticou ministros do STF, mas evitou mencionar diretamente o julgamento do Caso Master, que envolve ações contra o PT.
O presidente Lula, por sua vez, definiu o aumento como uma medida de "desespero" e criticou a postura de Flávio, afirmando que, se tivesse pensado no povo, teria feito a correção em 2023. A discussão envolve a legalidade do reajuste, com a AGU pedindo ao STF que reconheça que a medida não viola a Lei Eleitoral. O ministro Gilmar Mendes já reconheceu a legalidade do ajuste, afirmando que o decreto apenas atualiza valores sem criar novos benefícios.


























