Um ex-sargento do Exército dos EUA, que sobreviveu a um ataque de Nidal Hasan em 2009, afirmou que planeja assistir à execução pública do ex-colega. Alonzo Lunsford, baleado sete vezes durante o tiroteio em Fort Hood, disse que ações como essa são "apropriadas" para que Hasan, acusado de matar 13 pessoas, receba o mesmo tratamento que ele próprio sofreu. A execução, que ocorrerá em 2025, será a primeira de um militar dos EUA desde 1961. Hasan foi condenado a morte por assassinato em massa e foi mantido em prisão preventiva durante mais de uma década. Lunsford, que sobreviveu ao ataque, destacou a importância de "olhar nos olhos" de Hasan antes da execução. A decisão de assistir à execução foi divulgada em uma entrevista recente, em que ele reforçou a necessidade de justiça e retribuição. A execução será realizada em uma prisão federal, seguindo protocolos estabelecidos pelo governo dos EUA. A decisão de Lunsford gerou reações variadas entre familiares e autoridades, com alguns apoiando a punição e outros questionando a necessidade de uma execução pública. O caso de Hasan, que foi acusado de atirar contra colegas em uma base militar, continua sendo um dos mais conhecidos da história militar dos EUA.