Cuba afirmou na ONU que o bloqueio energético dos Estados Unidos é um "ato de guerra", enquanto o presidente norte-americano, Donald Trump, declarou que os dois países podem chegar a um acordo. A declaração de Trump foi feita na Casa Branca, em meio a uma escalada de pressão sobre Havana. O ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, destacou que Washington intensificou a pressão econômica desde janeiro, afetando a economia e a população da ilha.
Apesar das tensões, Cuba expressou abertura para relações comerciais com empresas norte-americanas, segundo o ministro da pasta da economia. A China também criticou os EUA por protecionismo e violações de soberania, durante a Assembleia Geral da ONU. O vice-presidente chinês, Han Zheng, pediu respeito à soberania de Cuba e do Irã, um dia após a visita do líder chinês, Xi Jinping, aos Estados Unidos.
A nova direita na América Latina também endossou políticas de linha dura na segurança promovidas pelos EUA, sinalizando uma alinhamento político com Washington. Apesar das críticas, a possibilidade de um acordo entre EUA e Cuba continua a ser discutida, com ambas as partes buscando equilibrar pressões e interesses.
























