Eduardo Paes, candidato do PSD ao governo do Rio de Janeiro, acusou aliados de "manobra podre" durante a eleição municipal. Segundo o ex-prefeito, a decisão de Douglas Ruas e Garotinho de desistir do recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) busca evitar um segundo turno. Paes alega que essa estratégia foi criada para garantir a vitória do candidato do PSD, mesmo com a queda de 44 das 49 zonas eleitorais em comparação com a disputa de 2024.
No primeiro turno, Paes obteve 46,7% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) e Douglas Ruas (PL) se posicionaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. A eleição no Rio de Janeiro mostrou a força do bolsonarismo na região, com a eleição dos dois senadores da chapa: Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL). Apesar disso, o estado é o único no Brasil onde o PL diminuiu sua bancada no Senado.
O contexto eleitoral no Rio de Janeiro revela uma polarização acentuada, com o PSD enfrentando desafios para manter sua influência. A decisão de Ruas e Garotinho de não recorrer pode ter sido uma estratégia para consolidar o resultado do PSD, evitando uma disputa adicional que poderia ter alterado o cenário. A eleição reflete também a dinâmica política no estado, onde o bolsonarismo ganha força, mas o PSD ainda mantém uma presença relevante.






















