Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro e candidato ao governo do estado pelo PSD, perdeu terreno em 44 das 49 zonas eleitorais da capital fluminense no primeiro turno das eleições de 2026, segundo dados divulgados por veículos de imprensa. O resultado indica uma queda significativa em relação ao desempenho de Paes nas eleições de 2024.

Os dados revelam que Paes obteve menos votos válidos em quase todas as zonas eleitorais, o que reflete uma mudança no cenário político local. A análise comparativa entre os dois períodos mostra uma tendência de descolamento do ex-prefeito da capital. A campanha de Paes enfrenta desafios em áreas estratégicas, o que pode impactar sua posição no segundo turno.

O contexto eleitoral no Rio de Janeiro é marcado por uma polarização crescente e a ascensão de candidatos de diferentes partidos. Apesar do declínio de Paes, o PSD continua presente na disputa, com o apoio de figuras políticas locais. A eleição do governador e do senador no estado é um dos momentos mais importantes do calendário político brasileiro, com implicações para a distribuição de poderes no Congresso.

A eleição no Rio de Janeiro também reflete as dinâmicas de alianças e mudanças de partido, como o caso de Eliziane Gama, que deixou o PSD para se candidatar ao PT e não foi reeleita ao Senado. Além disso, o apoio de figuras como Ronaldo Caiado ao candidato Flávio Bolsonaro mostra como as relações partidárias podem influenciar os resultados.

O resultado no Rio de Janeiro pode ter consequências na disputa nacional, especialmente com a eleição de dois senadores bolsonaristas e o avanço do PL no estado. A eleição do governador também é um marco para o partido e para a região, com implicações para a política brasileira nos próximos anos.