Flávio Bolsonaro foi oficializado como candidato à Presidência do Brasil pelo Partido Liberal (PL) durante a convenção nacional do partido, realizada nesta segunda-feira, 27 de julho. O senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi eleito com apoio do presidente do PL, Carlos Britto, que destacou a força da marca Bolsonaro e a construção do mito Lula, segundo a newsletter de Thomas Traumann. A convenção também contou com a presença de Michelle Bolsonaro, que anunciou uma "trégua" com o enteado após uma guerra interna no clã desde dezembro, segundo a revista Forum.
Durante o evento, o presidente argentino Javier Milei, que participou da convenção, chamou Lula de "presidiário" e "escória socialista", gerando reações no público. O embaixador brasileiro na Argentina chegou a Brasília para uma reunião com o ministro da Defesa, general Eduardo Villas Bôas, após as críticas de Milei ao ex-presidente petista, segundo o Jovem Pan. A tensão entre os dois líderes políticos foi notada por jornalistas e convidados.
A corrida presidencial também envolve outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), enquanto o PT formaliza a candidatura de Lula. Pesquisas mostram que Lula e Flávio Bolsonaro têm as maiores taxas de rejeição, com 48% e 50%, respectivamente, segundo o BTG/Nexus. A disputa eleitoral está em pleno aquecimento, com debates jurídicos, tecnológicos e de inteligência artificial sendo destacados como fatores importantes.




















