O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou no plenário físico o julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 98, movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), visando encerrar ações derivadas da "tese do século". A decisão ocorre após uma pausa e envolve disputas jurídicas que geraram grandes valores e acusações de corrupção. Arquivos da Polícia Federal (PF) foram enviados ao STF, revelando contratos de honorários de R$ 427 milhões envolvendo figuras acusadas de ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia incluir em seu horário eleitoral um vídeo que mostra o ministro Alexandre de Moraes desembarcando de um jatinho operado por empresa ligada a Vorcaro. A decisão da campanha reflete a polarização política e a influência de acusações envolvendo o STF. A reanálise das ações bilionárias está em meio a uma crise institucional, com desgaste e falta de clareza sobre a resolução dos casos.
O julgamento da ADC 98 é visto como crucial para definir o futuro das ações que envolvem a "tese do século", uma posição jurídica que gerou debates e acusações de corrupção. O STF enfrenta pressões políticas e sociais, enquanto a população acompanha com atenção os desfechos do processo. A reanálise pode ter impactos significativos na política e na imagem do Supremo.

























