Manifestantes do Partido dos Trabalhadores (PT) realizaram um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, na véspera do primeiro turno das eleições de 2026, apesar do veto da Prefeitura da cidade. A gestão de Ricardo Nunes havia proibido eventos no local nos dias 3 e 4 de outubro, data da eleição. O ato foi organizado pelo candidato Lula, que está em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto.
O evento contou com a presença de simpatizantes e membros do PT, que se concentraram no centro da cidade. A manifestação foi uma das últimas ações de campanha do candidato antes do pleito. O PT desafiou a decisão municipal, argumentando que o ato era parte da mobilização eleitoral e tinha caráter público.
A proibição da Prefeitura foi baseada em restrições de segurança e controle de aglomerações. A cidade tem enfrentado debates sobre o uso de espaços públicos para eventos políticos, especialmente em período eleitoral. O ato do PT ocorreu em um contexto de intensa disputa eleitoral no estado de São Paulo, onde Lula e Flávio Bolsonaro são os principais candidatos.
A decisão do PT de manter o ato, apesar do veto, reflete a importância do estado como berço da campanha eleitoral. A situação reacendeu discussões sobre a liberdade de manifestação e o papel das autoridades municipais na regulação de eventos políticos. O pleito eleitoral está marcado para o dia 4 de outubro.

























