Lula, candidato do PT à presidência do Brasil, enfrenta ações judiciais que visam impedir o uso de discursos feitos durante sua participação na ONU em sua campanha eleitoral. A campanha do ex-presidente contesta ações que buscam restringir o uso de seus discursos como parte da propaganda eleitoral. O pedido foi julgado improcedente em 2022, com voto do ministro Nunes Marques, que entendeu que o uso de discursos em contextos internacionais não viola as regras eleitorais.
Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito, apresentou novo pedido à Justiça Eleitoral, solicitando que o ministro Nunes Marques censure discursos de Lula durante a ONU. A ação busca limitar o uso de discursos internacionais como parte da campanha, alegando que isso viola normas eleitorais. O pedido baseia-se em uma decisão anterior do Tribunal Superior Eleitoral, que restringiu o uso de imagens captadas durante a participação de um candidato na ONU em campanha eleitoral.
A disputa envolve a interpretação do uso de discursos em contextos internacionais como parte da propaganda eleitoral. O caso reflete tensões entre o uso de plataformas globais para divulgar propostas políticas e as regras eleitorais que limitam o uso de conteúdo captado em eventos internacionais. A Justiça Eleitoral ainda analisa o pedido, que pode ter impacto na campanha eleitoral de Lula.


























