Presidente argentino Javier Milei criticou a ONU durante seu discurso na Assembleia Geral, chamando a organização de "inútil". Ele também destacou a posição do seu país em relação às Malvinas e afirmou que seu governo está alinhado com os EUA e Israel. Paralelamente, o presidente do Irã, Ebrahim Raisi, acusou os EUA de "terrorismo" e reiterou que Teerã não vai "se ajoelhar" diante dos Estados Unidos. Durante o mesmo evento, Raisi mostrou uma foto do líder iraniano aposentado, destacando que o conflito atual não foi iniciado pelo Irã, mas se espalhou pelo Oriente Médio.

A tensão entre os EUA e o Irã aumentou com a suspensão de voos internacionais por companhias aéreas iranianas, após o endurecimento das sanções norte-americanas. O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, garantiu que a Rússia não vai interromper a guerra com a Ucrânia. Paralelamente, o filho do embaixador de Israel nos EUA foi ferido em um ataque na Cisjordânia, levantando preocupações sobre a segurança na região.

Enquanto a ONU tenta mediar conflitos, os discursos de líderes como Milei e Raisi revelam uma polarização crescente entre potências regionais e os EUA. A situação se complica com a guerra na Ucrânia e os ataques na Cisjordânia, que alimentam uma crise diplomática e humanitária.