Representantes dos EUA e do Brasil se reuniram em Nova York, na véspera do encontro entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, para discutir temas como o uso da inteligência artificial e relações comerciais. A reunião, que ocorreu em um contexto de tensões geopolíticas, incluiu conversas sobre a proposta de um sistema de alerta para incidentes envolvendo inteligência artificial, apresentada pelos EUA à China.

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, aproveitou a ocasião para expressar preocupações sobre a influência de Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, no Brasil. Lula também destacou a importância de manter uma postura diplomática equilibrada, evitando conflitos com os EUA. Durante a conversa, ele reforçou a necessidade de negociação e cooperação, afirmando que não pretende entrar em guerra com os Estados Unidos.

Além disso, a reunião ocorreu em um momento em que os EUA e a Itália assinaram um acordo sobre minerais críticos, visando reduzir a dependência da China. A discussão sobre a inteligência artificial e a cooperação comercial reflete a complexidade das relações entre os países, com temas que variam de tecnologia a política externa.

A proximidade entre os líderes e a agenda diplomática antes da Assembleia Geral das Nações Unidas destacam a importância das conversas para manter a estabilidade internacional.