O ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram acusados pelos Estados Unidos de práticas de tortura contra cidadãos americanos detidos no país. A acusação, divulgada nesta quinta-feira, inclui supostas violações de direitos humanos durante o governo de Maduro.
As autoridades norte-americanas alegam que Maduro e sua equipe teriam utilizado métodos brutais para interrogar presos, incluindo americanos, durante o período em que ele detinha o poder. A denúncia foi feita pela agência Associated Press, que detalhou as alegações de tortura e outros crimes.
Maduro, que foi deposto em 2019, já enfrenta acusações relacionadas ao narcotráfico. A nova denúncia reforça a posição dos EUA de que ações do governo venezuelano violaram direitos internacionais. A acusação foi apresentada em um processo judicial nos Estados Unidos, que busca responsabilizar os acusados por atos supostamente cometidos durante o mandato de Maduro.
A situação reflete uma crescente tensão entre os EUA e a Venezuela, com acusações recorrentes de violação de direitos humanos e abuso de poder. A nova denúncia surge em um contexto de crise política e econômica no país, onde a oposição ao governo de Maduro ganha força. A acusação pode ter implicações jurídicas e diplomáticas, agravando as relações entre os dois países.


























