Emissoras norte-americanas suspenderam a cobertura conjunta do presidente Donald Trump após a decisão de proibir a entrada de repórteres da CNN na Casa Branca. A medida, anunciada por Trump, gerou reações de grandes cadeias de televisão, que acusam o governo de impedir a liberdade de imprensa. A CNN, a MS Now e o Politico anunciaram que vão processar a administração Trump para reverter a proibição.
A suspensão da cobertura conjunta inclui a divisão da responsabilidade de filmar o presidente em eventos públicos. A Fox News, uma das emissoras mais conservadoras, também se posicionou contra a decisão, acusando a Casa Branca de um "ataque ilegal". A situação surge em um contexto de tensão entre a administração Trump e a imprensa, com críticas constantes ao uso de redes sociais e à transparência das informações.
A decisão de Trump gerou reações em diferentes níveis, incluindo líderes europeus que criticaram a postura do presidente durante uma reunião em Nova York. A visita do líder chinês Xi Jinping aos EUA, prevista para a semana, também está sob olho atento, com expectativas sobre os temas a serem discutidos entre os dois líderes.

























