O Supremo Tribunal Federal (STF) vive uma crise política que tem gerado pressão por mudanças nas regras de funcionamento da Corte. De acordo com informações de veículos de imprensa, o Congresso Nacional acumula 84 propostas de reforma, que abrangem desde a indicação de ministros até a definição de idade mínima e prazo de mandato. A pressão cresceu após a crise envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, que está no centro de uma apuração.

O presidente do STF, Edson Fachin, revisou a estratégia de sessões públicas para tentar conter a polarização. A situação se agravou com bate-bocas e impasses no julgamento de casos que podem definir o futuro da Corte. Analistas acreditam que a crise reflete uma falta de confiança na instituição, com críticas sobre a atuação dos ministros, que são vistos como atores políticos.

A situação também afeta o cotidiano do Poder Judiciário, com ações como buscas e apreensões contra um deputado ligado ao governo. A tensão cresce, e a população começa a questionar a neutralidade do STF. A reforma da Corte torna-se uma prioridade para o Congresso, que busca redefinir o papel do Poder Judiciário no Brasil.